LINHA DO TEMPO
- 1906
A situação deplorável da Alfândega gerava:
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longas estadias
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horas improdutivas
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aumento nas despesas
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aumento dos fretes
- 1907 - Fundação do CentroNave
- 1ª Conquista
Troca na administração da Alfândega do Rio de Janeiro
- 1928
Foi publicado:
“Ficam isentas do imposto sobre renda todas as empresas do mesmo setor Cias. Estrangeiras de navegação, desde que, no país em que tiverem sede, as cias.
Brasileiras gozem da mesma isenção.” - CentroNave
- 1938
Criação da Biblioteca.
Apta a fornecer informações com absoluta rapidez e eficiência
sobre quaisquer leis do país
- 1940
Convidado pelas autoridades a contribuir com suas sugestões
para a confecção
da tabela da Estiva
- 1950
CentroNave foi reconhecido pelo Governo Federal
como Órgão Técnico e Consultivo do Poder Público
- 1993
O desenrolar da Lei dos Portos teve uma participação
expressiva do Centronave, através dos membros do Conselho,
Associados e do Diretor Executivo
- Ago/2008 à Ago/2011
Elias Gedeon
Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia,
e
advogado formado pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica
de São
Paulo - PUC-SP. Assumiu o cargo de Diretor Executivo do CentroNave em agosto de 2008
com a missão de transferir a sua sede para a cidade de São Paulo, remodelar e revitalizar a
imagem dessa Associação centenária de modo a retomar
o lugar e a importância que ela tem
como representante da maior parte do
transporte marítimo do comércio exterior brasileiro.
Sua experiência como coordenador da construção do Porto de Aratu e posteriormente,
administrador
do Porto de Ilhéus no seu auge de exportação cacaueira, ambos na Bahia,
aliada
à sua longa experiência no setor de aviação aérea e logística, são determinantes
para o seu vasto e profundo conhecimento do setor de infraestrutura e, particularmente
marítimo e portuário. Elias trouxe um dinamismo que permitiu
a consolidação da presença do
CentroNave como uma instituição que, além de
atender aos interesses institucionais de seus
associados, está preocupada com o efetivo desenvolvimento e modernização do País.
E hoje, com uma nova gestão, o CentroNave está mais forte para proteger os direitos e os interesses coletivos e vencer novos desafios, contribuindo para desenvolvimento da navegação e do comércio marítimo entre o Brasil e o exterior.